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domingo, 21 de junho de 2009

Quando

Quando...

Quando nos puxamos pela mão
E passamos a andar juntos e leves
Sumimos e esquecemos de nós.
Plurais e singulares,
caminhamos, corremos, andamos,
Fornecemos um amor e discorremos
A decorrencia do acaso.
Ainda que cambaleantes insistimos em preferir o nós,
As mãos se abrem então abrimos mão do não.
Crescem em nós pequenos versos-daninhos
Daninhos pq não nos é possivel arranca-los sem que dois nascam no lugar.
A sumir na imensidão de quem somos, prosseguimos.

Poeta Eterno

3 comentários:

Reflexo d Alma disse...

Poeta Eterno...
Palavras soltas
verbos conjugados
sentimentos divididos
emoções compartilhadas
Brisa ao acaso
cheiro do corpo
desejo profano
santidade de alma.
Nada fz sentudo
tudo permitido
visão turva
essência a flor da pele.
Nada faz sentido
pq sentir
é o que importa.
Reflexo d'Alma1253 22/0609 p PoetaEterno

Menino-Homem disse...

o nós...é sempre melhor.

lindo!

Jaquelyne A. Costa disse...

Quando eu venho aqui eu canto
e canto um conto de nós
um nós que se faz eu
e percorre um universo eterno...


Abraços!

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