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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Como só sou

[1/1 13:18] Diogo: Quando, pela lembrança dos sabores mais sublimes outrora quase meus, me permito elevar-me para além das nuvens que encobrem meu sol... Quando permito, levado por uma leve clareza mental, que a radiância do maior astro se expanda em meu espaço de reclusão e solidão... Sinto a vida pulsado em explosão, uma completude de quem se despe e se descobre sendo o próprio sol.
[1/1 13:20] Diogo: Astro rei outra vez nascido.
[1/1 13:38] Diogo: Essa redenção que experimento, esse momento de ser tão forte enquanto se olha e só se consegue ver tão pouco... Tão pequeno e tão grande quanto qualquer partícula do universo, com potência de criador, de ser tudo que se nasceu para ser.
[1/1 13:39] Diogo: Essa é minha única redenção.
[1/1 13:42] Diogo: Percebo o único momento no qual me sinto inerte, imerso, não em qualquer potência, mas na Potência Divina e Sublime, que só é.
[1/1 13:43] Diogo: Como só sou.

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