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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Taciturno

Durmo
E a noite pisca
Abre os olhos para o dia

Percebo
Porém permaneço
Estatificado

Pertenço
Porem me esqueço
Talvez por esquecer
É que pertença

Taciturno
Endureço

Parte
A premissa
E ficam afirmações
Negações e contradições

Fica a dialetica
Mal dita

Estarrecido
Durmo
Percebo que
Pertenço assim
Taciturno

Parto mas
Fica a dialética
Norteando o acaso.

Poeta Eterno

3 comentários:

Reflexo d Alma disse...

Poeta Eterno!!!
Sempre que viajo por teus versos
lembro de tantos de teus textos,
sempre desde a primeira vez que pus meus olhos em algo que tivesse escrito sinto a mesma coisa,
um sentimento de que escreves desde a eternidade para um tempo
que não tem conta.
Adoro ler-te sempre na mesma intensidade, nem mais nem menos,
mas sempre intenso...
Bjins entre sonhos e delírios sempre

Canto da Boca disse...

Reflexivo, taciturno, endurecido para o mundo... Mas assim como a noite pisca para o dia, a vida também pisca pra nós, é só aceitarmos o convite!


Beijo e aproveite para provar um sorvete de mirtilo!

;))

Menino-Homem disse...

eterno poeta,
1º aniversário do blog menino-homem e diante disse só tenho a te agradecer pela grande colaboração...

abraços,
obrigado!

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