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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Rita Apoena

Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no choro do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto... até que amanheça.

Rita Apoena.

Ahhh, Rita, queria que tudo terminasse como um poema seu... em especial, que tudo acontecesse como neste poema... Quantas noites ja não lavei bem assim como dissestes.

2 comentários:

Tânia disse...

Belo poema !!
Bjos

Reflexo disse...

Puxa ta vendo?
Adoro quando expoe seus pontos,
sabe fazer isso como poucos.
Me encanto lendo sempre porque é dessa forma que somos:temos nossa visão memso diante de autores consagrados.A Rita não da sminhas preferidas,mas tem um belo trabalho,reconheço.
Te adoro!
Bjins entre sonhos e delírios

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